segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Winston Churchill
“A era das protelações, das meia-medidas, das ações a curto-prazo, dos adiamentos, está terminando. Em seu lugar estamos entrando numa era de conseqüências.”
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Economia X Natureza
Paira no ar, em meio ao terrorismo sensacionalista
de uma pandemia "jamais" vista em todos os tempos,
uma pergunta:
O mundo vai parar?
Exageros proporcionais à parte,
a questão que me vêm à cabeça é
tudo está estruturado e imposto pelo sistema econômico,
os crimes, a escola, os "empregos, empregadores e empregados"
tudo, absolutamente TUDO gira em torno da economia.
Mas e agora, eu me pergunto,
que ouço todos os dias que pessoas estão morrendo da gripe A,
tais e tais cidades fecharam suas portas,
seus colégios, suas ruas e suas casas.
Há reportagens relatando o PREJUÍDO econômico que a gripe vêm causando.
Estranhamente faço relação ao ano [acho que ano passado]
que quase todos os feriados cairiam em dias úteis,
a reportagem tinha como tema também o prejuízo econômico que isto
causaria ao comércio.
Dá aquela sensação de injustiça no coração...
Então a grande perda é a financeira sempre,
como pode um sistema se impor,
e fazer com que todos os seres vivos se curvem diante dele?
Que poder tem dinheiro... ou a mídia.
Só que dinheiro não tem vida, nem vontade própria,
gente da pior espécie deve contabilizar os prejuízos
diante da desgraça que se ocorre,
empresas continuam abertas, para garantirem
o seu ganho, não se importando se seus funcionários
estão sendo consumidos não pela gripe A,
mas pela ganância dos seus "empregadores".
Não se trata de uma pandemia nova,
e sim de uma velha... a ganância sempre esteve entre nós,
ruindo nosso convívio, nossas crenças,
destruindo nossos vínculos, rituais e memórias.
O mundo não vai parar,
mas vai ter um tempo para [finalmente]
descansar.
de uma pandemia "jamais" vista em todos os tempos,
uma pergunta:
O mundo vai parar?
Exageros proporcionais à parte,
a questão que me vêm à cabeça é
tudo está estruturado e imposto pelo sistema econômico,
os crimes, a escola, os "empregos, empregadores e empregados"
tudo, absolutamente TUDO gira em torno da economia.
Mas e agora, eu me pergunto,
que ouço todos os dias que pessoas estão morrendo da gripe A,
tais e tais cidades fecharam suas portas,
seus colégios, suas ruas e suas casas.
Há reportagens relatando o PREJUÍDO econômico que a gripe vêm causando.
Estranhamente faço relação ao ano [acho que ano passado]
que quase todos os feriados cairiam em dias úteis,
a reportagem tinha como tema também o prejuízo econômico que isto
causaria ao comércio.
Dá aquela sensação de injustiça no coração...
Então a grande perda é a financeira sempre,
como pode um sistema se impor,
e fazer com que todos os seres vivos se curvem diante dele?
Que poder tem dinheiro... ou a mídia.
Só que dinheiro não tem vida, nem vontade própria,
gente da pior espécie deve contabilizar os prejuízos
diante da desgraça que se ocorre,
empresas continuam abertas, para garantirem
o seu ganho, não se importando se seus funcionários
estão sendo consumidos não pela gripe A,
mas pela ganância dos seus "empregadores".
Não se trata de uma pandemia nova,
e sim de uma velha... a ganância sempre esteve entre nós,
ruindo nosso convívio, nossas crenças,
destruindo nossos vínculos, rituais e memórias.
O mundo não vai parar,
mas vai ter um tempo para [finalmente]
descansar.
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
A morte
Sim, ela mesma, a morte.
Em algumas culturas a morte é encarada
na forma de passagem para o divino.
Dentro de várias perspectivas
a morte é enxergada num aspecto não terminativo,
porque é difícil conceber um ser pensante,
por exemplo,
não ter continuidade, acredita-se então na existência da alma.
Há muitas de religiões que analisam
sob uma gama idéias a existência da alma,
não vi e nem ouvi dizer que a morte é o fim,
as pessoas simplesmente não acreditam nisso,
muito embora transpareça exatamente isso.
É uma negação da realidade,
a pessoa morre e pronto, morreu, não tem mais nada de carne
dela sob a terra, restaram as lembranças das pessoas,
elas pensam nela e assim ela existe
(penso, logo existo, pensam em mim, logo existo?)
Os seres humanos tem a capacidade de apegar-se,
de amar, criar vínculo,
e a quebra desse vínculo é que nos faz negar
a existência da morte como um fim,
há conforto em acreditar na alma,
em crer que há um novo encontro
com aquela pessoa que tanto se ama
num lugar que nunca se viu,
questão de fé.
É mais fácil viver acreditando num divino,
não é simples, mas se supera melhor a perda.
Lembro de uma bela frase com relação a isso:
as pessoas vão lembrar pelo que você fez elas sentirem
se fiz alguém feliz, essa pessoa vai sentir falta da felicidade que eu trazia,
e felicidade é algo viciante....
Não posso dizer que eu vivi o bastante,
porque nunca será o bastante,
mas se eu não conseguir impedir
a minha morte [é claro que vou tentar!]
quero deixar aos meus
lembranças lindas das nossas vivências
mas sem com que a saudade machuque tanto,
sem que eles percam o sentido da vida.
Eu quero que as pessoas que convivo,
converso, abraço e olho nos olhos
vivam e busquem a felicidade,
a morte é certa,
a felicidade depende de atitudes positivas,
opte sempre por ser feliz!
Doenças sempre existirão,
assim como pessoas trapaceiras,
filas em mercados,
poeira nos móveis,
e mato crescendo no meio da grama,
o detalhe é saber lidar com isso da melhor maneira.
Em algumas culturas a morte é encarada
na forma de passagem para o divino.
Dentro de várias perspectivas
a morte é enxergada num aspecto não terminativo,
porque é difícil conceber um ser pensante,
por exemplo,
não ter continuidade, acredita-se então na existência da alma.
Há muitas de religiões que analisam
sob uma gama idéias a existência da alma,
não vi e nem ouvi dizer que a morte é o fim,
as pessoas simplesmente não acreditam nisso,
muito embora transpareça exatamente isso.
É uma negação da realidade,
a pessoa morre e pronto, morreu, não tem mais nada de carne
dela sob a terra, restaram as lembranças das pessoas,
elas pensam nela e assim ela existe
(penso, logo existo, pensam em mim, logo existo?)
Os seres humanos tem a capacidade de apegar-se,
de amar, criar vínculo,
e a quebra desse vínculo é que nos faz negar
a existência da morte como um fim,
há conforto em acreditar na alma,
em crer que há um novo encontro
com aquela pessoa que tanto se ama
num lugar que nunca se viu,
questão de fé.
É mais fácil viver acreditando num divino,
não é simples, mas se supera melhor a perda.
Lembro de uma bela frase com relação a isso:
as pessoas vão lembrar pelo que você fez elas sentirem
se fiz alguém feliz, essa pessoa vai sentir falta da felicidade que eu trazia,
e felicidade é algo viciante....
Não posso dizer que eu vivi o bastante,
porque nunca será o bastante,
mas se eu não conseguir impedir
a minha morte [é claro que vou tentar!]
quero deixar aos meus
lembranças lindas das nossas vivências
mas sem com que a saudade machuque tanto,
sem que eles percam o sentido da vida.
Eu quero que as pessoas que convivo,
converso, abraço e olho nos olhos
vivam e busquem a felicidade,
a morte é certa,
a felicidade depende de atitudes positivas,
opte sempre por ser feliz!
Doenças sempre existirão,
assim como pessoas trapaceiras,
filas em mercados,
poeira nos móveis,
e mato crescendo no meio da grama,
o detalhe é saber lidar com isso da melhor maneira.
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Porque Democracia?
Trata-se de uma série de documentários em alguns países no mundo retratam as cores cruas da democracia,ressaltando a importância da voz do povo nas políticas do mundo.
Uma didática ímpar! Canal Futura, ou na internet.
O nome do programa: Porque democracia?
http://www.futura.org.br/main.asp?View=%7BD2EF690E-49AB-498F-9011-7957E4D9F702%7D&Team=¶ms=itemID=%7B4EE65CEC-F2C0-48D2-ABD0-CE0BF89B3162%7D%3B&UIPartUID=%7BD90F22DB-05D4-4644-A8F2-FAD4803C8898%7D
Uma didática ímpar! Canal Futura, ou na internet.
O nome do programa: Porque democracia?
http://www.futura.org.br/main.asp?View=%7BD2EF690E-49AB-498F-9011-7957E4D9F702%7D&Team=¶ms=itemID=%7B4EE65CEC-F2C0-48D2-ABD0-CE0BF89B3162%7D%3B&UIPartUID=%7BD90F22DB-05D4-4644-A8F2-FAD4803C8898%7D
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
A solução é alugar o Brasil: 740 ton de lixo da realeza Britânica

Muito sabia Raul Seixas,
afirmando ironicamente que a solução é: alugar o Brasil;
"Os estrangeiros
Eu sei que eles vão gostar
Tem o Atlântico
Tem vista pro mar
A Amazônia
É o jardim do quintal
E as libras dele
Paga o nosso mingau..."
uma pequena modificação nossa Raul...
mas certa para essa ocasião!
Informações jornalísticas?
Um pouco de lixo debaixo do colchão desta nação,
um pouco mais de lixo.
domingo, 2 de agosto de 2009
pensamentos revestidos

a tosse seca
esconde a saudade repentina,
olhos ao céu nublado,
desinteresse pelos passantes,
pensamentos perdidos
o trânsito,
um caldeirão da fumaça
esconde a encenação ao lado,
nas escadarias do teatro,
lindos olhos curiosos enebriados pela peça
chuva fina aperta a pequena multidão
um guarda chuva ou dois,
alguns conhecidos,
circulavam
duas mãos em meus olhos, geladas...
não era dia pra vê-la
contudo ela [a tristeza] chegara para ficar
assim: música de piano,
fico escutando,
a cabeça perdida
os tons de outono daquela música.
Não há fotografias
a memória às vezes falha
as bailarinas amarelas...
alguns vícios de linguagem,
o sabor amargo que restou
e um sorriso contrário.
Exercícios renovam os pensamentos.
Uma flor branca na janela.
esconde a saudade repentina,
olhos ao céu nublado,
desinteresse pelos passantes,
pensamentos perdidos
o trânsito,
um caldeirão da fumaça
esconde a encenação ao lado,
nas escadarias do teatro,
lindos olhos curiosos enebriados pela peça
chuva fina aperta a pequena multidão
um guarda chuva ou dois,
alguns conhecidos,
circulavam
duas mãos em meus olhos, geladas...
não era dia pra vê-la
contudo ela [a tristeza] chegara para ficar
assim: música de piano,
fico escutando,
a cabeça perdida
os tons de outono daquela música.
Não há fotografias
a memória às vezes falha
as bailarinas amarelas...
alguns vícios de linguagem,
o sabor amargo que restou
e um sorriso contrário.
Exercícios renovam os pensamentos.
Uma flor branca na janela.
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